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segunda-feira, fevereiro 01, 2016



MENTIRA TEM PERNA CURTA
(Cláudia entra cantando no ritmo da música “Atirei o pau no gato”)

Cláudia: - Eu ganhei uma boneca Que boneca linda! O nome dela é Belinha. Ela é muito, ela é muito engraçadinha, ah!..lálálá
Beto: - Ai, você está alegre, Claudinha! Que boneca linda!
Cláudia: - Eu ganhei hoje de presente de aniversário.
Beto: - Você faz aniversário hoje?
Cláudia: - Não! Foi ontem.
Beto: - Puxa, que legal! Parabéns! Teve festa no seu aniversário?
Cláudia: - Não. Meus pais não puderam fazer festa mas estou feliz, porque eles me deram esta bonequinha.
Beto: - É bonita!
Pituca: - Oi, Claudinha!
Cláudia: - Oi, Pituca
Pituca: - Que boneca bonita, Claudinha!
Cláudia: - Ganhei de aniversário.
Pituca: - Parabéns! Eu queria ganhar uma boneca assim. Trouxe uma corda para a gente pular. Vamos brincar!

Narrador: E assim saíram para brincar de corda. Claudinha deixou sua bonequinha um pouquinho enquanto brincava com seus amigos. Pituca, vendo que Claudinha se distraíra, foi logo ao encontro da boneca, não resistindo em levá-la para casa, escondido de sua amiga. As horas se passaram, quando já cansados resolveram parar e ir embora. Então... (SAEM DE CENA PARA BRINCAR)
Cláudia: - Betinho, cadê a Belinha? A minha bonequinha não está mais aqui!
(CLAUDINHA E BETINHO ENTRAM PROCURANDO A BONECA)
Beto: - Você tem certeza que deixou aqui?
Cláudia: - Claro, não se lembra? Antes de a gente brincar.
Beto: - Deve ter caído.
Cláudia: - Não, ela sumiu. Buá! Buá! Buá!
Pituca: - O que houve, Claudinha? O que está acontecendo?
Cláudia: - Você não viu a minha boneca?
Pituca: - Eeeuuuuuu, eu não, nem peguei!
Cláudia: - Minha mãe vai ficar zangada comigo.
Beto: - Que pena! Mas quem será que pegou? Quem será esse ladrão?!
Pituca: - Tchau, hein, crianças! Já está tarde, minha mãe está me chamando.
Beto: - Eu também já vou.
Cláudia: - Minha mãe vai me bater.

NARRADOR: Pituca, muito sem graça, sai apressada. Ela havia pego a boneca de sua amiga escondido...
No dia seguinte... Acordou bem cedinho, pegou logo a bonequinha para brincar e correu para o quintal, onde seus pais não iriam vê-la com uma boneca que não era sua. Betinho resolveu ir à casa da Pituca levar a corda e convidá-la para brincar. A mãe de Pituca mandou que ele entrasse e fosse até o quintal, pois ela já estava brincando lá. (Entra e vê Pituca brincando com a boneca).

Pituca: - Lá, lá, lá, eu agora também tenho uma bonequinha.
Beto: - Oi, Pituca! (Pituca fica surpresa).
Pituca: - Oooi.. Be-betinho, você aqui?
Beto: - Pituca! Então foi... foi você quem roubou a boneca da Claudinha!
Pituca: - Ai, não fale assim Betinho, você é meu amigo, não é? Não fale nada para a Claudinha, tá!
Beto: - O quê? Além de fazer uma coisa errada, você quer que eu fique quieto e não fale nada para ela? Você quer esconder esta coisa feia que você fez?
Pituca: - A boneca é tão linda! Eu não tenho uma boneca, por isso quis ficar com ela.
Beto: - Esta boneca não lhe pertence, e as coisas não são assim. Você não tem uma agora, mas poderá ter. Roubar é pecado. Já pensou se você for presa?
Pituca: - Presa? Eu? Deus me livre!
Beto: - Mentira tem perna curta! Os olhos de Deus estão em todo lugar a contemplar os maus e os bons. Deus viu o que você fez e está muito triste.
Pituca: - Puxa, eu não quero que Jesus fique triste. Ele não merece. Não tinha culpa nenhuma e morreu por mim na cruz, só para me salvar.
Beto: - Se você não se arrepender e pedir perdão a Deus, continuará com esse pecado.
Pituca: - Eu estou arrependida. Preciso pedir perdão a Deus e a Claudinha. É, mentira tem perna curta! Mas estou com vergonha, Betinho.
Beto: - Vamos lá! Eu te ajudo, eu vou com você. É melhor você confessar o seu erro. Como você viverá com esse pecado?
Pituca: - Tá bom, vamos! (saem de cena).

NARRADOR: Pituca, muito triste e envergonhada, decide ir logo à casa de Claudinha devolver a boneca junto com seu amigo Beto.
(BETINHO E PITUCA ENTRAM EM CENA E SE ENCONTRAM COM CLÁUDIA NA CASA DELA).
Cláudia: - Olá! Não posso sair, estou de castigo porque perdi a Belinha!
Pituca: - Buá! Buá! Buá! Eu vim aqui por causa disso...
Cláudia: - O que houve?
Pituca: - Fui eu que peguei a bonequinha escondida
Cláudia: - Ora. Então foi você?!!!!!
Pituca: - Sim, perdoa-me. Eu queria uma boneca. Não tenho nenhuma, por isso fiquei encantada com a sua e a levei para casa. Mas a mentira tem perna curta! Betinho chegou lá e me pegou no flagra. Eu me arrependi. Não quero desagradar a Deus. Pequei contra Deus e quero pedir perdão a você.
Cláudia: - Ai! Que bom que a minha boneca apareceu! Não fique triste Pituca, eu te perdoo, mas não faça mais isso. Quando você quiser um pouquinho, eu te empresto.
Beto: - Viu, Pituca, agora Jesus está feliz. Que bom! Não se esqueça de que os olhos do Senhor estão em todo lugar a contemplar os maus e os bons.
Cláudia: - Entrem! Vamos!
NARRADOR: E assim aprendemos que a mentira tem perna curta e que não podemos esconder nada, pois Deus tudo vê. Pituca se arrependeu e Claudinha fez uma surpresa para Pituca: pediu a seus pais para comprarem uma boneca para ela no dia do seu aniversário. Ela ficou muito feliz! Como Jesus é bom!

Fonte: http://www.scribd.com/doc/1029495/FANTOCHES-ALEGRIA-DA-GAROTADA


)MÉTODO PARA A HISTÓRIA: Fantoche

VERSÍCULO: Não mintais uns aos outros. Cl 3:9-10

SUGESTÕES DE ATIVIDADES:

















A BONECA DE VERA LÚCIA

Vera Lúcia era uma boneca de pano lindíssima. Antigamente as meninas gostavam muito de brincar com bonecas de pano. A dona de Vera Lúcia se chamava Rosa Maria. Os pais de Rosa Maria eram missionários e moravam na China, um país muito longe daqui. O pai de Rosa Maria era pastor, e estava sempre disposto a falar de Jesus, não importava o lugar ou a distância.

 

 Rosa Maria era uma menina muito bonita e delicada, que amava demais sua boneca Vera Lúcia. Onde ia, levava Vera Lúcia com ela. Brincava, passeava, e até dormia com sua amiguinha inseparável.
A primeira coisa que Rosa Maria fazia pela manhã era abraçar Vera Lúcia. Ela gostava porque Vera Lúcia era muito macia, toda recheada de algodão, e, como era do tamanho de um bebê recém-nascido, usava todas as roupas de Rosa Maria quando era bebê.
Os pais de Rosa Maria viajavam muito. Eles já haviam morado no Japão, Alemanha, Rússia, França e Canadá. Já pensou se Vera Lúcia falasse, o que não teria para contar de tantos lugares?


Bem próximo da casa de Rosa Maria, havia um orfanato de meninas chinesas. Elas nunca haviam possuído um lar de verdade, até que pessoas bondosas e que amavam muito a Jesus, levaram-nas para aquele grande lar.
Algumas das meninas vinham de bairros bastante pobres e outras haviam sido vendidas pelos próprios pais.
O natal estava chegando e todos os anos, na manhã do dia de natal, os pais de Rosa Maria levavam-na para visitar essas pobres meninas do orfanato.
Durante o ano, Rosa Maria costumava juntar dinheiro e brinquedos dela e dos amigos para colocar aos pés da árvore de natal para aquelas meninas.


Naquele ano, cada menina receberia um vestido, um sabonete e um brinqeudo. Para conseguir essa proeza, foi necessário muito trabalho, principalmente da mãe de Rosa Maria.
Cada noite Rosa Maria, no final de sua oração, dizia: “Querido Jesus, faça com que haja brinquedos suficientes para cada menina do orfanato”.




Certa noite, após Rosa Maria terminar sua oração e se deitar, sua mãe lhe disse:
– Filha, o que você vai colocar na árvore de natal este ano?
– Mamãe – respondeu Rosa Maria – eu tenho minhas economias que poupei durante o ano todo, mas é meu o dinheiro e com ele quero comprar um lindo presente para a senhora e outro para o papai.
– Mas, Rosa Maria – continuou a mãe, amorosamente – você tem tantos brinquedos, por que não dá a mais bela boneca da sua coleção?



Rosa Maria não era uma menina egoísta, mas ela amava muito sua companheira predileta – Vera Lúcia.
Ao mesmo tempo lembrava que Deus deseja que sejamos desprendidos e esse verso veio à sua mente: “De graça recebeste, de graça dai” (Mateus 10:8). Ela hesitou um pouco e em seguida disse:
– Sim, acho que posso, mas tenho que dar minha melhor boneca?

– Isto é com você – disse a mãe – mas não se esqueça do que Jesus disse: “O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram” (Mateus 25:40). Você compreende isso, não é Rosa Maria?
– Sim, mamãe.
Naquela noite Rosa Maria não dormiu imediatamente como de costume. Depois de muito pensar, chamou a mãe.
Aos ouvidos da mãe, a filha disse que era impossível dar Vera Lúcia:
– Não posso! Não posso! Todas menos essa! Eu tenho a Miranda, que é uma boneca linda, com cabelo de verdade, tenho outras para escolher, mas a Vera Lúcia não quero dar, por favor!
A mãe, vendo a agonia da filha, respondeu:


– Minha querida, dê o que você quiser. O presente será seu, não meu. Mas não se esqueça que Deus deu Seu único Filho para nos dar a oportunidade de salvação. Ele era rico e se fez pobre por nós e o preço de nossa salvação foi pago com sangue, Seu próprio sangue.
A mãe beijou-a e saiu, sabendo que sua filha nunca havia amado Miranda, embora fosse uma linda boneca.
Durante três ou quatro dias, Rosa Maria ficou bastante pensativa. Aproximava-se cada vez mais rápido o dia de natal, data em que ela devia tomar sua decisão.



Uma noite, quando Rosa Maria terminou sua oração, sua mãe ouviu-a repetindo essas palavras: “Por favor, querido Jesus, ajuda-me a fazer esse sacrifício”.


No outro dia, ao levantar bem cedo, orou novamente, agradecendo pelo repouso tranqüilo e logo procurou pela sua mãe, com Vera Lúcia nos braços.
– Mamãe, tome. Quero dá-la para Jesus.
A mãe ficou até com pena por aquela atitude bonita da filha e confirmou com ela se não seria Miranda que ela queria dar.
– Não – disse Rosa Maria – porque não é Miranda que eu amo e Deus amava a Jesus quando Ele O enviou ao mundo. Eu quero mesmo dar Vera Lúcia, que eu amo de verdade.
– Está bem – disse a mãe – se é essa sua decisão então vamos dar uma arrumada em Vera Lúcia. Vamos pentear seus cabelos, trocar a roupa e colocar uma fita nova no cabelo.
Depois disso tudo, o pai de Rosa Maria, com tinta e um pincel fino, deu um retoque nos olhos e na boca. Oh! Como Vera Lúcia ficou linda, ainda mais do que antes!

Enfim chegou a manhã de natal. Rosa Maria se arrumou toda e foi com seus pais para o orfanato. O pátio estava todo decorado e bem no centro estava uma linda árvore de natal, com muitas bolas brilhantes e coloridas, fitas, caixas de presentes e para a alegria de Rosa Maria, em um dos galhos, estava Vera Lúcia, com ares de grande importância.
Uma das meninas tinha chegado no orfanato exatamente um dia antes. Era muito pálida, magra e o seu corpinho estava coberto de manchas, por ter sido espancada pelas pessoas com as quais morava.
Os professores e as outras crianças tentaram fazê-la sorrir mas não conseguiram. A menina achava impossível alguém poder amá-la.

Em seguida os professores iniciaram a distribuição dos presentes e Rosa Maria ajudava. Quando a professora pegou Vera Lúcia para entregar, Rosa Maria abraçou-a fortemente e olhando para a professora disse:


– Esta boneca é para aquela menina ali no canto.
A menina nunca havia possuído um brinquedo antes, muito menos uma boneca como aquela.
A professora tomou a mão de Rosa Maria e juntas foram até onde se encontrava a menina novata.

A chinesinha ficou amedrontada, mas Rosa Maria colocou a linda Vera Lúcia em seus braços. Até parecia que a boneca sorria para aquela triste menina órfã. De repente ela entendeu que ninguém queria magoá-la. Ela deu um gostoso abraço em Vera Lúcia e sorriu pela primeira vez. Com isso Rosa Maria ficou super feliz.
Naquela noite, quando Rosa Maria foi dormir, sentiu como se faltasse uma parte do seu corpo, pois Vera Lúcia não estava mais com ela. Então, de repente, ela olhou para Miranda, abraçou-a e disse:

– Oh! Jesus querido, eu cumpri, eu cumpri! Eu fiz exatamente como Deus fez!

Rosa Maria adormeceu mais feliz do que todas as outras noites, porque tinha dado o melhor e mais querido de si para Jesus.
Que triste teria sido para Rosa Maria se a chinesinha tivesse recusado o presente que com tanto sacrifício e amor ela oferecia!


Como Deus deve ficar triste também quando tantas pessoas recusam aceitar o Seu presente maravilhoso, o Seu próprio Filho, o Senhor Jesus.
E você, também não quer aceitá-Lo agora como Salvador da sua vida?


VERSÍCULO: Deus ama quem dá com alegria. II Co 9:7

MÉTODO PARA A HISTÓRIA:  Figuras na caixa de filme. 


SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
Confeccionar envelopes para meninos e meninas, conforme o numero de alunos da sala.